Dominique JOYEUX 2017-08-15T21:33:42+00:00

Dominique JOYEUX

membranes vives

MEMBRANES VIVES

Dar vida às formas e as cores , o inesperado reunido pelas fibras douradas.

Técnica mista acrílico e óleo sobre tela, fibras vegetais trabalhadas – 60X122 – 2016

VAISSEAU LIBRE

Um mundo surge do oceano e a vida renasce.

Técnica mista – acrílico sobre tela – 100X145 – 2016

vaisseau libre
barriere de corail

BARRIERE DE CORAIL

De um desenho complexo surgem formas inesperadas e escuto o jogo das aguas na barreira de coral.

técnica mista contornada em acrílica – 113X146 – 2016

Nascida na França, Dominique Joyeux viveu em vários países e se define como uma artista do mundo. Ao curso de suas viagens ela se formou em diversos ateliers. Em Guadalupe, no Pacifico do Sul e em Corsa antes de se instalar no sul da França.

Psicoterapeuta e professora de línguas, ela nutre sua imaginação com a pintura e a poesia. Enriquece a cada obra com um texto anexo de inspiração.

Suas exposições individuais refletem seu percurso ; “Viagens viagens “ à Mata Utu em Wallis, “Células vivas” em Lazaret Ollandini na cidade de Acácio e na Galerie 89 situada no Viaduto des Arts em Paris. Participou de exposições coletivas e salões, nas Antilhas, no Pacifico do Sul , Bruxelas , Nova Iorque , Grande Bretanha e Roma. Apresentou suas obras em vários Salões. Dentre eles : Salon International de Peinture em Toulon, Salon d’Art Contemporain de Aix en Provence, Business Art no Espace Pierre Cardin à Paris e  Art en Capital  Salon des Indépendants que é apresentado no Grand Palais à Paris.

Dominique Joyeux é artista permanente na Galerie Art Fresque – Povera à Sommières em França. Em parceria com BresilArtFrance expõe suas obras no Salon ArtShopping no prestigioso Carrousel du LOUVRE em outubro 2016. A artista recebeu a TOILLE D’OR por sua participação ao Salon des Indépendants no ano de 2015 e em 2016 recebeu a MEDAILLE d’ARGENT do Institut Européen des Arts Contemporains.

A artista trabalha o grafismo que a partir de um movimento espontâneo surgem os relevos e a distribuição das cores. Utiliza as tintas acrílica e à óleo e com técnica mista vai construindo na tela os espaços coloridos formando contornos que invocam membranas celulares e seus espaços vivos dando a impressão de movimentarem-se como micro-organismos ou como continentes.

Estas células vivas desenvolvidas em três dimensões, assemelham-se à micro-organismos confrontados aos espaços estelares lembrando-nos que somos poeira estelares e é legitimo que finalizaremos como tal nossa passagem. Do infinitamente pequeno ao infinitamente grande.