Bernard Rangel 2017-08-15T21:33:43+00:00

Bernard Rangel

poseidon

POSEIDON

Este trabalho é a minha interpretação única, criativa e original, no estilo “Surrealista Tribal Contemporâneo”, da entidade mitológica grega do mar, Poseidon.

Como a entidade não é de matéria grosseira, no sentido de realidade visível e palpável aos sentidos do corpo humano, mas percebido por este pela sensibilidade sutil de matéria fina, que é etérea e permite uma liberdade de imaginação. Com as “asas da imaginação”, a criatividade consegue voar alto e alcançar além do racional.

Tinta indiana, acrílico em papel dourado – 55X45 – 2016

TRIBAL DANCER

Esta obra no estilo “Surrealista Tribal Contemporâneo” que é uma interpretação original, criativa e única, celebra as energias liberadas ao momento do transe durante a dança quando esta embala aos movimentos rítmicos. A sua imaginação está liberada para voar em alturas.

tinta indiana, acrílico em papel dourado – 55X45 – 2015

tribal-dancer
big heart

BIG HEART

Esta obra foi concebida à partir duma imagem feita do meu coração.

Encre indienne, acrylique sur papier – 29×42 – 2013

As influências artísticas de Bernard são numerosas e variadas. A razão disto é simples: nascido em ADEN no Yémen, de pais indianos de Goa, ele tem no sangue registros indianos e portugueses, que se evidenciam nos arquétipos manifestados na sua pintura.

Bernard teve sua educação na Índia e Irlanda e posteriormente mudou-se para vários países da Europa. Em 1985 imigrou para o Brasil. Além dos registros mais imediatos da herança familiar e da educação existem também os arquétipos pessoais de vidas anteriores que o artista resgata na pintura. Estes são árabes, aborígines, indígenas, europeus e orientais. Ao longo dos anos, na desenvoltura de sua arte ele criou um estilo que se intitula de “Surrealismo Tribal Contemporâneo”.

Desta vida, as influências artísticas são dos grandes artistas europeus que Bernard estudou enquanto formava sua técnica artística. Michelangelo, El Greco, Hieronymous Bosch, Goya, Joseph M. W. Turner, Vincent van Gogh, Claude Monet, Pablo Picasso, Salvador Dali, Max Ernst, Marc Chagall e Jackson Pollock. De todos os artistas mencionados, Rangel absorveu conhecimento, tanto das suas vidas como das suas obras. Um artista, entretanto, não relacionado anteriormente por não ser pintor, influenciou-o fortemente: Benvenuto Cellini.

Grande mestre ourives da época renascentista, imortalizou na sua autobiografia, Minha Vida, suas palavras, seu registro histórico para humanidade posteriormente desfrutar.Como legado e exemplo evoca como um artista deve preservar sua liberdade criativa frente aos malefícios do poder opressivo do raciocínio humano.

Liberdade, criatividade, personalidade, espiritualidade, e humildade são valores que Bernard Rangel preza e pratica quando executa uma obra de arte.
A partir de 1989 ainda residente no Brasil apresentou suas obras em São Paulo e Bahia. Num percurso intenso de exposições, Bernard Rangel tem apresentando sua arte em Nova Iorque, Barcelona, Londres, Bombaim, Roma , Hannover, Beijing entre outras cidades e capitais do mundo, é convidado por BresilArtFrance onde apresenta duas de suas obras no Salon ArtShopping – Carrousel du Louvre – outubro de 2016 à Paris.